20 de janeiro de 2026 · Andressa Cavalcante Paz e Silva

Pesquisas indicam que cuidar do corpo e da mente juntos pode transformar a saúde

Anápolis, 20 de janeiro de 2026

Cada vez mais estudos científicos vêm mostrando algo que muitos pacientes já sentem na prática: cuidar da saúde vai muito além de tratar sintomas isolados. Pesquisas recentes apontam que práticas integrativas, aquelas que consideram corpo, mente, emoções e estilo de vida, podem melhorar de forma significativa o bem-estar, a saúde mental e até a recuperação de doenças.

As práticas integrativas são reconhecidas pelo Ministério da Saúde desde 2006. Como exemplo temos as práticas de: fitoterapia, ioga, auriculoterapia, aromaterapia, arteterapia, dança circular, meditação e outras. Em alguns casos, essas estratégias se mostraram eficazes quando unidas aos tratamentos convencionais.

No campo de saúde mental, pesquisas recentes apontam que algumas abordagens, como a auriculoterapia, podem contribuir para a melhora sustentada do bem-estar emocional. Um estudo importante na Revista Brasileira de Enfermagem avaliou que após 10 sessões de auriculoterapia os níveis de ansiedade caíram. Também, determinados fitoterápicos apresentam evidências promissoras para quadros de depressão e ansiedade leves, desde que utilizados com orientação profissional, conforme a revista Phytotherapy Research.

Para a médica de família Andressa Cavalcante Paz e Silva (@andressapaz.medica), mestra em Ciências Ambientais, especialista em educação em saúde pela Fiocruz e com curso em Saúde Digital pela USP, esses dados reforçam a importância de um cuidado mais amplo e humanizado. No seu atendimento online, ela integra práticas como fitoterapia e em consultório aplica a estratégia de auriculoterapia associada ao tratamento tradicional, sempre com base científica e foco na individualidade de cada paciente.

“O que a ciência vem mostrando é que saúde não se constrói apenas com medicamentos, mas também com escolhas cotidianas, vínculo, escuta e estratégias que ajudam o corpo a se autorregular”, explica.

A tendência, segundo especialistas, é que esse modelo de cuidado — que une ciência, prevenção e práticas integrativas — se torne cada vez mais presente na rotina dos serviços de saúde. Para os pacientes, isso significa mais autonomia, mais informação e um cuidado que faz sentido para a vida real.


A matéria foi elaborada com o apoio de ferramentas de inteligência artificial para organização e redação inicial do texto, com curadoria, revisão técnica e validação final da autora.

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